sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A Importância da Igreja

   
Um crente sem igreja é como uma criança sem família, um soldado sem exército, um jogador sem equipa, uma brasa sem braseiro, um estudante sem escola, um marinheiro sem navio, uma ovelha sem rebanho. Nós não temos de pertencer a uma igreja para sermos salvos, mas se formos salvos passamos a pertencer à Igreja.

A Bíblia diz para não desprezarmos a Igreja (1 Cor. 11:22). Diz para andarmos nela (1 Tim. 3:15). É tão importante que o Senhor amou-a (Efé. 5:25).

Tomé perdeu muito por não se ter reunido certa ocasião com os seus irmãos. Granjeou com isso a alcunha de “incrédulo”. A experiência de Tomé demonstrou que, quando a igreja se reúne, o Senhor manifesta-se ao crente duma forma como não se manifesta quando este está isolado. O Senhor não apareceu a Tomé em casa mas no Cenáculo aos discípulos reunidos. Há, de facto, uma bênção exclusiva reservada para nós quando nos reunimos, que nunca teremos se estivermos sós.

Tomé perdeu muito por se ter ausentado (João 20:19-27).

1. Perdeu a comunhão do Senhor Jesus, que prometeu: “Neles habitarei, e entre eles andarei” (2 Cor. 6:16).
2. Ele perdeu a bênção do Mestre: "Paz seja convosco" (v. 21).
3. Ele perdeu a alegria que aconteceu -- "os discípulos se alegraram, vendo o Senhor" (v. 20).
4. Ele perdeu uma comissão para servir: "Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós" (v. 21).
5. Ele perdeu a confirmação do poder prometido: "E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo” (v. 22).
6. Ele perdeu a certeza de que Cristo ressuscitara dos mortos! Ele perdeu a fé. Ficou conhecido como “Tomé o incrédulo” (v. 27).
7. Perdeu a bênção do Ressuscitado — d’Aquele que insufla vida onde há morte. É maravilhoso ver como aquele ajuntamento transformou crentes mortiços em testemunhas vivas e ousadas.

O que Tomé perdeu por estar ausente naquele culto, todos nós perdemos quando não nos reunimos com a igreja!

Por via do contraste atentemos para os dois discípulos que iam a caminho de Emaús:

Em Lucas 24.13 vemos que eles viraram as costas a Jerusalám, onde estavam os seus irmãos. Deixaram a comunhão dos irmãos. Não é de estranhar que os seus olhos estivessem como que fechados (v.16). Não surpreende que fossem tristes (v.17). E, no versículo 31, quando o Senhor se lhes revelou não admira vê-los voltar a Jerusalém – à comunhão dos seus irmãos (v. 33).

Que grande lição! Quando os crentes não têm comunhão com o Senhor não têm desejo de estar com o Seu povo. Quando estão em comunhão com Cristo procuram a comunhão dos seus!
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Um crente sem igreja é como uma criança sem família, um soldado sem exército, um jogador sem equipa, uma brasa sem braseiro, um estudante sem escola, um marinheiro sem navio, uma ovelha sem rebanho. Nós não temos de pertencer a uma igreja para sermos salvos, mas se formos salvos passamos a pertencer à Igreja.

A Bíblia diz para não desprezarmos a Igreja (1 Cor. 11:22). Diz para andarmos nela (1 Tim. 3:15). É tão importante que o Senhor amou-a (Efé. 5:25).

Tomé perdeu muito por não se ter reunido certa ocasião com os seus irmãos. Granjeou com isso a alcunha de “incrédulo”. A experiência de Tomé demonstrou que, quando a igreja se reúne, o Senhor manifesta-se ao crente duma forma como não se manifesta quando este está isolado. O Senhor não apareceu a Tomé em casa mas no Cenáculo aos discípulos reunidos. Há, de facto, uma bênção exclusiva reservada para nós quando nos reunimos, que nunca teremos se estivermos sós.

Tomé perdeu muito por se ter ausentado (João 20:19-27).

1. Perdeu a comunhão do Senhor Jesus, que prometeu: “Neles habitarei, e entre eles andarei” (2 Cor. 6:16).
2. Ele perdeu a bênção do Mestre: "Paz seja convosco" (v. 21).
3. Ele perdeu a alegria que aconteceu -- "os discípulos se alegraram, vendo o Senhor" (v. 20).
4. Ele perdeu uma comissão para servir: "Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós" (v. 21).
5. Ele perdeu a confirmação do poder prometido: "E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo” (v. 22).
6. Ele perdeu a certeza de que Cristo ressuscitara dos mortos! Ele perdeu a fé. Ficou conhecido como “Tomé o incrédulo” (v. 27).
7. Perdeu a bênção do Ressuscitado — d’Aquele que insufla vida onde há morte. É maravilhoso ver como aquele ajuntamento transformou crentes mortiços em testemunhas vivas e ousadas.

O que Tomé perdeu por estar ausente naquele culto, todos nós perdemos quando não nos reunimos com a igreja!

Por via do contraste atentemos para os dois discípulos que iam a caminho de Emaús:

Em Lucas 24.13 vemos que eles viraram as costas a Jerusalám, onde estavam os seus irmãos. Deixaram a comunhão dos irmãos. Não é de estranhar que os seus olhos estivessem como que fechados (v.16). Não surpreende que fossem tristes (v.17). E, no versículo 31, quando o Senhor se lhes revelou não admira vê-los voltar a Jerusalém – à comunhão dos seus irmãos (v. 33).

Que grande lição! Quando os crentes não têm comunhão com o Senhor não têm desejo de estar com o Seu povo. Quando estão em comunhão com Cristo procuram a comunhão dos seus!

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